Deputada Lohanna oficia Copasa e Governo de Minas após bairros de BH enfrentarem mais de 10 dias sem água
COMPARTILHAR
compartilhar no facebook
compartilhar no messenger
compartilhar no twitter
compartilhar no whatsapp
compartilhar no mais
receba newsletter
A deputada Lohanna (PV) protocolou ofícios junto à Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e ao Governo de Minas cobrando esclarecimentos e medidas urgentes diante da falta de água que atinge moradores de diversos bairros de Belo Horizonte há mais de dez dias.
A parlamentar chama atenção para a gravidade da situação e para os impactos da interrupção prolongada de um serviço essencial. “Não ter água significa não ter como tomar banho, preparar comida, lavar roupas e organizar a vida para o dia seguinte. Estamos falando de uma questão básica de dignidade”, afirma Lohanna.
Contrária à privatização da Copasa, a deputada relembra que alertou durante a tramitação da proposta sobre os riscos de submeter um serviço essencial aos interesses econômicos. Segundo Lohanna, a população recebeu a promessa de que a privatização resultaria em melhoria dos serviços de água e saneamento, mas os problemas enfrentados pelos moradores de Belo Horizonte reforçam a necessidade de acompanhar de perto os resultados desse processo.
Nos documentos encaminhados à Copasa e ao Governo de Minas, o mandato busca informações sobre as causas da interrupção do abastecimento, as medidas que estão sendo adotadas para solucionar o problema e quais ações estão previstas para garantir que situações semelhantes não voltem a acontecer.
Lohanna também critica o que considera uma tentativa de transferência de responsabilidade entre o Governo de Minas e a empresa. Para a deputada, o Estado não pode se omitir diante de falhas em um serviço fundamental para a população.
A deputada também alerta que o debate sobre privatizações deve permanecer no centro da atenção dos mineiros durante o período eleitoral. Ela cita a proposta de privatização da Cemig como um exemplo de que a discussão não se encerrou com a Copasa. “Já imaginou a gente ficar sem água e sem energia? E ainda ter que lidar com a perspectiva de aumento das contas? Não dá. Precisamos olhar para essas decisões com muita responsabilidade”, afirma Lohanna.
A parlamentar chama atenção para a gravidade da situação e para os impactos da interrupção prolongada de um serviço essencial. “Não ter água significa não ter como tomar banho, preparar comida, lavar roupas e organizar a vida para o dia seguinte. Estamos falando de uma questão básica de dignidade”, afirma Lohanna.
Contrária à privatização da Copasa, a deputada relembra que alertou durante a tramitação da proposta sobre os riscos de submeter um serviço essencial aos interesses econômicos. Segundo Lohanna, a população recebeu a promessa de que a privatização resultaria em melhoria dos serviços de água e saneamento, mas os problemas enfrentados pelos moradores de Belo Horizonte reforçam a necessidade de acompanhar de perto os resultados desse processo.
Nos documentos encaminhados à Copasa e ao Governo de Minas, o mandato busca informações sobre as causas da interrupção do abastecimento, as medidas que estão sendo adotadas para solucionar o problema e quais ações estão previstas para garantir que situações semelhantes não voltem a acontecer.
Lohanna também critica o que considera uma tentativa de transferência de responsabilidade entre o Governo de Minas e a empresa. Para a deputada, o Estado não pode se omitir diante de falhas em um serviço fundamental para a população.
Água é um serviço essencial e não pode ser tratada apenas como um negócio. O governo não pode abrir mão da responsabilidade de garantir que as pessoas tenham acesso a um serviço de qualidade”, destaca.
A deputada também alerta que o debate sobre privatizações deve permanecer no centro da atenção dos mineiros durante o período eleitoral. Ela cita a proposta de privatização da Cemig como um exemplo de que a discussão não se encerrou com a Copasa. “Já imaginou a gente ficar sem água e sem energia? E ainda ter que lidar com a perspectiva de aumento das contas? Não dá. Precisamos olhar para essas decisões com muita responsabilidade”, afirma Lohanna.